segunda-feira, 5 de julho de 2010

Até a morte nós já separamos


Sinto informar, mas muitos de nós não chegaremos a morrer assim. Morrer com o amor que pensamos ser para a vida inteira.
A única certeza na vida atualmente é a morte, seja mais cedo ou mais tarde do que se pensa.
O amor anda muito incerto. Relacionamentos estão durando o prazo de uma oportunidade melhor.

Onde iremos parar com essa "modernidade" e falta de sinceridade.
Uma realidade que cerca todos os relacionamentos e alguns momentos podem construir um fim.
Já vi um namoro que durou 12 anos e acabou,
Se uma história de 12 anos acaba, sem virar noivado, casamento, gravidez.
É porque, conforme vai se vivendo, percebemos que estamos consumindo também nos relacionamentos.
Consumimos beleza exterior, que irá acabar na velhice e irá ser um pouco deixada de lado, quando o relacionamento atinge mais tempo de duração.
Consumimos pressão familiar para namorar alguém.
Consumimos interesse no que a pessoa tem ou no que ela pode proporcionar.
Consumimos bem pouco beleza interior, o que a pessoa é e nossa vontade.
Claro que isso não se aplica a todo mundo, mas tenho percebido cada vez mais que quando um relacionamento de longa data, tenha-se uns 2 anos de funcionamento ou manutenção frequente e amor aparente, que quando ele acaba, já há outras oportunidades, namoros, ficadas, que aparecem DE REPENTE.

De repente só susto e acidente né minha gente. O resto é premeditado.

Construa bases para o relacionamento com dialogos frequentes e não discussões sobre a relação, apesar que elas existem para melhorar ou assim deveria ser.

Que a morte nos separe por um caixão e nos una em um céu infinito.

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